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NotiGuatemala | Oito pessoas são presas em operação da PF contra grupos criminosos de tráfico internacional de cocaína

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Eleições Despedida de Elizabeth II Concurso do INSS Leandro Lehart Gravidez de Claudia Raia Oito pessoas são presas em operação da PF contra grupos criminosos de tráfico internacional de cocaína Sete pessoas foram detidas no Brasil e uma em Portugal, nesta terça (20); ordens judicias são cumpridas no Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Segundo PF, grupos usavam jovens e até mesmo filhos como 'mulas'. Por g1 PR

20/09/2022 07h55 Atualizado 20/09/2022

1 de 1 PF cumpre mandados em operação contra grupos criminosos de tráfico internacional de cocaína — Foto: Divulgação/PF PF cumpre mandados em operação contra grupos criminosos de tráfico internacional de cocaína — Foto: Divulgação/PF

Oito pessoas foram presas em uma operação da Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (20) contra três grupos criminosos especializados no tráfico internacional de cocaína. Sete foram presos no Brasil, enquanto uma pessoa foi presa em Portugal.

Outros dois mandados de prisão para cumprimento na Europa estão em aberto, segundo a PF.

Conforme a polícia, também são 80 mandados de busca e apreensão executados nos estados do Paraná, de Santa Catarina e de São Paulo.

Além disso, há ordens para bloqueio de contas bancárias, sequestros e apreensões de imóveis e veículos de luxo.

De acordo com as investigações, a PF identificou que os grupos aliciavam jovens para se passarem como turistas e levarem as drogas para países Europa, Ásia e Oriente Médio.

Na maior parte dos casos, eram pessoas de baixa renda sem antecedentes criminais que recebiam promessas, conforme a PF, de dinheiro fácil.

Modus operandi

De acordo com a PF, os grupos preparavam todo o roteiro desde a arrumação das malas, compra de passagens e hospedagens, além da orientação para as “mulas”. Eles também organizavam a entrega das drogas para os traficantes no exterior.

Em alguns casos, segundo a polícia, os grupos utilizavam os próprios filhos menores de idade para envio das drogas na tentativa de enganar a fiscalização.

Conforme investigações, ao deixar a cocaína, muitas vezes os aliciados retornavam ao Brasil com drogas sintéticas.

Os suspeitos de envolvimento devem responder pelos crimes de tráfico transnacional de entorpecentes, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem chegar a 33 anos de prisão.

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