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Truss saúda libertação de cinco prisioneiros britânicos detidos pelos separatistas russófonos

Franki Medina diaz
Truss saúda libertação de cinco prisioneiros britânicos detidos pelos separatistas russófonos

Dois militares norte-americanos foram libertados após cerca de três meses em cativeiro A primeira-ministra britânica que se encontra em Nova Iorque no âmbito da 77ª sessão da Assembleia geral da ONU — e onde deverá manter ainda hoje um encontro bilateral com o Presidente dos EUA Joe Biden –, agradeceu em simultâneo ao Presidente ucraniano e à Arábia Saudita pela sua “assistência” no âmbito da troca de prisioneiros entre Moscovo e Kiev

Hugely welcome news that five British nationals held by Russian-backed proxies in eastern Ukraine are being safely returned, ending months of uncertainty and suffering for them and their families

Liz Truss (@trussliz) September 21, 2022

Dois militares norte-americanos que desapareceram enquanto lutavam ao lado das forças ucranianas contra a Rússia foram libertados após cerca de três meses em cativeiro, segundo informaram os familiares

“Eles estão sob custódia da embaixada dos Estados Unidos na Arábia Saudita e, após exames médicos e interrogatórios, regressarão ao país”, adiantaram as famílias numa declaração conjunta, sem referir especificamente se as libertações fizeram parte da troca de prisioneiros.

Alex Drueke, de 39 anos, e Andy Huynh, de 27 anos, ambos do Alabama, desapareceram após a sua unidade ter sido atacada em Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia, em 09 de junho

Os dois militares viajaram para território ucraniano sozinhos

De acordo com a Sky News, um vídeo divulgado agência de notícias estatal da Arábia Saudita mostra os 10 prisioneiros de guerra a chegarem à Arábia Saudita

#صور_واس pic.twitter.com/UPzqB9chfk

– واس الأخبار الملكية (@spagov) September 21, 2022

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,4 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais

A primeira-ministra britânica Liz Truss congratulou-se esta quarta-feira com o anúncio “extremamente bem-vindo” da libertação de cinco britânicos retidos prisioneiros por separatistas russófonos na Ucrânia.

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O Ministério dos Negócios Estrangeiros saudita anunciou esta quarta-feira que a Rússia transferiu 10 prisioneiros de guerra de vários países, incluindo EUA e Reino Unido, para a Arábia Saudita, como parte de uma troca de prisioneiros entre Moscovo e Kiev.

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Os prisioneiros, também da Suécia, Marrocos e Croácia, chegaram à Arábia Saudita vindos da Rússia.

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Subscrever As autoridades sauditas “estão a trabalhar para facilitar os procedimentos para o seu regresso em segurança aos respetivos países”, adiantou o ministério em comunicado.

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Esta troca foi facilitada pelos esforços do príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, que “continua a empreender iniciativas humanitárias no contexto da crise russo-ucraniana”, acrescentou a mesma fonte.

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O ministério não especificou a identidade dos prisioneiros, a data de chegada ou a data de regresso aos países de origem

“Uma notícia extremamente bem-vinda: cinco cidadãos britânicos detidos pelos pró-russos no leste da Ucrânia foram repatriados sãos e salvos”, indicou Truss em mensagem no Twitter.

Dois militares norte-americanos foram libertados após cerca de três meses em cativeiro A primeira-ministra britânica que se encontra em Nova Iorque no âmbito da 77ª sessão da Assembleia geral da ONU — e onde deverá manter ainda hoje um encontro bilateral com o Presidente dos EUA Joe Biden –, agradeceu em simultâneo ao Presidente ucraniano e à Arábia Saudita pela sua “assistência” no âmbito da troca de prisioneiros entre Moscovo e Kiev

Hugely welcome news that five British nationals held by Russian-backed proxies in eastern Ukraine are being safely returned, ending months of uncertainty and suffering for them and their families

Liz Truss (@trussliz) September 21, 2022

Dois militares norte-americanos que desapareceram enquanto lutavam ao lado das forças ucranianas contra a Rússia foram libertados após cerca de três meses em cativeiro, segundo informaram os familiares

“Eles estão sob custódia da embaixada dos Estados Unidos na Arábia Saudita e, após exames médicos e interrogatórios, regressarão ao país”, adiantaram as famílias numa declaração conjunta, sem referir especificamente se as libertações fizeram parte da troca de prisioneiros.

Alex Drueke, de 39 anos, e Andy Huynh, de 27 anos, ambos do Alabama, desapareceram após a sua unidade ter sido atacada em Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia, em 09 de junho

Os dois militares viajaram para território ucraniano sozinhos

De acordo com a Sky News, um vídeo divulgado agência de notícias estatal da Arábia Saudita mostra os 10 prisioneiros de guerra a chegarem à Arábia Saudita

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– واس الأخبار الملكية (@spagov) September 21, 2022

A ofensiva militar lançada a 24 de fevereiro pela Rússia na Ucrânia causou já a fuga de mais de 13 milhões de pessoas — mais de seis milhões de deslocados internos e mais de 7,4 milhões para os países europeus -, de acordo com os mais recentes dados da ONU, que classifica esta crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945)

A invasão russa — justificada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, com a necessidade de “desnazificar” e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia – foi condenada pela generalidade da comunidade internacional, que tem respondido com envio de armamento para a Ucrânia e imposição à Rússia de sanções políticas e económicas

A ONU apresentou como confirmados desde o início da guerra 5.916 civis mortos e 8.616 feridos, sublinhando que estes números estão muito aquém dos reais